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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sonhos mortos


Ali onde nasce o amor, morrem as ilusões...
Defloram esperanças puras de um sentimento real.
Pulsa no peito a vontade de te ver...
Impossibilidade de sonhos perfeitos...
Desfazendo-se como perfume
Que se exala das pétalas de mais uma flor nua.
Na rua deserta e fria, não se veem nem flores, nem perfumes.
Há apenas desilusões e saudades...
Fragmentos da realidade,
Pedaços de meias verdades.
Sonhar é voar longe e tentar tocar as estrelas...
Longe chega a lua,
Como que rindo no escuro,
Riscando de luz o céu.
Perdidos estão meus sonhos...
Aqui dentro, está morrendo mais um sonho.
Lágrimas ocultas sangram...
O mundo lá fora gira...
Desenhando contornos sutis de vidas monótonas e acomodadas.
Aqui, dentro de mim, melancolia explode... 

Saudade me cala .
E eu, em conflito, busco despertar sonhos mortos
Nas decepções que eu preferia não ter...
Necessárias, acordam a verdade
Da realidade de sonhos imperfeitos...
Transbordando nas estrelas, nas flores e na vida...
Beleza, perfumes e sonhos perfeitos!

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