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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Perguntas sem respostas

Por que você tu te foste?
Por que deixaste minha alma vazia de ti?
Por que ainda penso em ti, 

quando tudo que preciso é não pensar em ti?
Preciso ouvir a voz da razão,
mas a do coração,
sempre sem juízo, desatinada,
ainda bate quando ouve teu nome,

quando repito coisas que ouvi de ti...
Ah, esse meu coração
que parece não se cansar de sofrer,
 não consegue te esquecer...
Queria ouvir tua voz
a sussurrar-me aos ouvidos
e só me resta o silêncio,
o abandono,

enfim a tua ausência sem fim....
Por que vejo a lua e lembro-me de ti?
Por que a negritude das noites de lua
Lembram a tua insistência em  partir sem se despedir?
O vazio que há em mim suplementa a saudade,
desespero em busca de respostas
para as perguntas que eu não pude fazer...
Ainda ouço a tua voz a ecoar na mente,
o calor dos beijos e dos corpos
que se entrecruzavam na mística arena do amor.
Tu me fazes imensa falta
e dói-me muito saber
que foi exatamente esta a tua escolha: distância e saudade...
Ainda não sei se castigas a mim ou a ti mesmo...
O que fiz para que tu me esqueceste na arca do tempo?
Não adianta procurar,
 meus porquês estão vazios de respostas,
fui abandonada por ti
num barco sem destino,
em meio ao nevoeiro das ilusões...
Vou ficar aqui,
ouvindo o marulho a compor canções,
suspirando saudade
e buscando um rumo para o meu barco perdido!

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