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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O que sobrou de mim

Pensar em você tem ferido
Minh’alma com a agudeza do espinho da rosa...
Ainda posso sentir o perfume...
Ainda me inebria as lembranças...
Ainda me entorpece a saudade...


Sou o olhar que se encanta com a lua,
Que se veste com a luz  despejada sobre mim,
Que brinca na saudade que fere,
Que chora mansinho para acompanhar a chuva
Taciturna que  molha meus sonhos...


Poeta de palavras comuns
De voz altaneira
De canto perfeito e profano...
Meus versos despejam sobre você
O que resta de mim...


Sou palavra inacabada,
Música desafinada,
Sonho desfeito,
Coração enfeitiçado,
Espelho quebrado...


Sem você
Sou saudade,
Esperança perdida...
Nos seus braços
Sou alma bendita!


Vem, sinta o meu abraço...
Cubra-me de beijos...
Permita-nos devaneios...
Olhe dentro dos meus olhos
E perceba que tudo que sobrou de mim... ainda é amor!

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