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sábado, 28 de janeiro de 2012

A Prata nas Mãos do Poeta


A lua rainha no céu desponta...
Lampejado seus raios prateados, 
Despertando palavras e sonhos detalhados,
Reluzindo claramente em sua ponta.

A pena de prata sobre o papel desliza
Coordenada pelas hábeis mãos do poeta,
Conduzindo rabiscos que se tornam palavras,
Conduzindo sonhos que se tornam emoções...

Rapidamente transforma sonhos,
Refaz ilusões, desfaz lembranças...
O poeta sonha contigo e nem mesmo percebe
Que lhe tem todo o tempo nas mãos.

Nas mãos do poeta reluz a prata...
Lampeja os raios prateados da lua,
Conduzindo desenhos, tornando-os
Rascunhos de tantas palavras.

A prata lampeja nas mãos do poeta
O poeta escreve palavras... Palavras...
Despertando sentimentos, saudades, apelos,  sensações...
Em mim, nasce a esperança de, um dia, como tantos, ser poeta!

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