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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Insônia


O vento balança meus cabelos
Sopra aos ouvidos meus...
Canções, saudades, apelos,
Sussurros, lamentos de um adeus.

Sussurra palavras que não entendo,
Grita sonhos que já morreram.
Lembranças mórbidas e tormentos,
dos fragmentos de Vida que adormeceram.

Não quero rever o passado,
Pois esse já mais existe.
Ficando apenas seu rascunho amarelado,
Em um testemunho que persiste...

Saudade, apenas da infância...
Talvez da adolescência esquecida,
Nada mais, porém resta-me a insônia...
Atualmente adormecida!

Dos meus sonhos de infância,
Sobram apenas lembranças,
Ou até mesmo, minha insônia... 
Adormecem na alma as esperanças! 

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