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domingo, 11 de dezembro de 2011

A cor da saudade



Saudade nos braços aperta
Mas quem me abraça
É a solidão...
Em meio aos delírios da paixão.

Esperanças adormecem
O brilho do teu olhar,
Sonhos desvanecem
Para o meu sono acalentar.

Onde estás,
Que não me ouve ?
Feliz estarás?
O silêncio de cinza tinge...

Ainda preciso sonhar...
E de mil cores
O meu presente pintar...
Como pétalas de diversas flores...

Eu... sou um dos muitos
Que se perde nas lembranças...
Em meio aos escombros
Dos medos, sem forças...

Viver necessário se faz
Mesmo no cinza que pinta
O presente que agora me traz
Diferentes cores de tinta.

Onde estão as cores
Que teus olhos pintaram para mim?
Onde estão as flores
E o perfume do jardim?

Onde estou, que não te vejo?
Em mim pinta-se aquarelas
Em torno das cores do teu beijo
Como a chama do barco a velas 

Para algum lugar me leva
A saudade e a ilusão do teu olhar
Ainda de cores pastéis repleta
A nossa história em aquarela vem pintar!




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